Dia do canhão gaúcho


Branco

Cláudio Ibraim Vaz Leal, o lateral-esquerdo Branco, chegou ao Fluminense com 18 anos, no início de 1983. Dono da posição desde então, conquistou o tricampeonato carioca de 1983/84/85, o Brasileiro de 1984 e o Torneio de Seul, no mesmo ano. Tinha no chute forte de canhota sua marca registrada, um verdadeiro canhão.

Atou em 157 jogos pelo Fluminense, com 12 gols marcados. Após ir para a Europa em 1986, voltou duas vezes, em 1994 e em 1998. Faz parte do seleto grupo de atletas com três copas disputadas (1986/90/94), e foi decisivo na Copa de 1994, quando marcou na partida contra a Holanda, um golaço de falta, que levou o Brasil à semifinal. Após encerrar sua vitoriosa carreira, retornou ao Fluminense em 2006, como coordenador técnico, quando participou da conquista da Copa do Brasil de 2007 e dos vice-campeonatos da Libertadores de 2008 e da Sul-Americana de 2009.

Felizmente o ex-jogador apresenta franca recuperação na luta contra o COVID-19, que já vitimou mais de 300 mil brasileiros.


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1922 – Nascia João Ferreira, o lateral-esquerdo Bigode. Tudo sobre ele em 31 de julho. 1954 – Nascia o meio-campista Kleber, revelado pelo clube junto com seu irmão Carlinhos, lateral-esquerdo. Foi campeão carioca em 1973/75/76/80, da Taça Guanabara em 1975, da Copa Viña del Mar e do Torneio de Paris em 1976 e do Troféu Teresa Herrera em 1977. Sempre que entrava nos jogos da Máquina, atuava muito bem. Era o xodó da torcida. 1964 – Nascia o lateral-esquerdo Branco. 1993 – Carioca: 3x0 Botafogo, no Maracanã. Ézio, Julinho e Vágner. Ficava faltando apenas uma vitória para conquistar a Taça Guanabara.

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